ardinagem

Chama-se de jardinagem a arte e a técnica de cultivar jardins numa extensão de terra plantada com espécies vegetais apreciáveis pela folhagem ou floração. Podem associar-se às plantas elementos como lagos, fontes, estátuas, pérgulas, escadas, grutas, estufas, vasos, pavilhões, pavimentos, balaustradas, etc.

 

Para criar um jardim, é preciso levar em conta seu uso (público ou privado), o terreno disponível, a estética desejada, as estações do ano e o clima, além de realizar diferentes trabalhos de cuidado e proteção das plantas que compõem a área ajardinada.

 

As plantas necessitam, para seu crescimento, de certas atenções, como a regadura, a poda ou o corte de parte do caule para favorecer a sua evolução, o tratamento com inseticidas para acabar com os insetos e parasitas, e a eliminação de ervas daninhas. Em todos esses trabalhos são necessárias ferramentas diversas, tanto para lavrar o solo (pá, enxada, forquilha, ancinho), como para fins específicos (tesoura de podar, pulverizador, mangueira para regadura).

 

Os plantios jardinísticos são extremamente diversificados e desempenham numerosas funções na estrutura do jardim e no intrincado relacionamento entre o homem e a vegetação domesticada. Frequentemente há que atender à necessidade de recobrir com plantas determinadas superfícies. Essa classe de plantios é solucionada em maior escala pelo uso de gramados e de relvados ou coberturas de solos.

Os gramados são superfícies recobertas com gramíneas perenes, cujo crescimento é controlado por operações periódicas de corte. São componentes insubstituíveis na função de dar realce ou criar perspectivas para a apreciação dos demais elementos do jardim.

 

Há uma relação muito íntima entra as exigências de iluminação e a possibilidade de estabelecer gramados. Nos locais de maior sombra, essa função é transferida a coberturas de solo especiais para tais ambientes. As coberturas de solo ou relvados são espécies herbáceas de rápido crescimento, notáveis por sua floração (margaridão), textura (pêlo-de-urso) ou pela adaptação a determinadas condições (jiboia, falsa violeta).

Em certos casos, as superfícies a recobrir são fortemente inclinadas ou até mesmo verticais (muros) e, nesses casos, apela-se para espécies radicantes (hera), casmófilas ou aptas a crescer em fendas (fúcsia) ou pendentes (Russelia).

Em outras situações, usam-se plantas para formar limitações especiais. Pertencem a essa categoria ou quebra-ventos, massas vegetais alinhadas contra a direção dominante do vento cujo efeito se quer atenuar. Para esse fim são utilizadas árvores de crescimento relativamente rápido e com as copas dotadas de necessária resistência (eucalipto, tamarindo) ou grandes arbustos (Assonia). Entre estas se enquadram as cercas vivas (Calliandra, Hibiscus) e as borduras (Bruxo, Malpighia).

 

Contudo, onde os profissionais da PROFLORA podem melhor exercer o seus talento é na estruturação dos volumes dentro da composição. A esse respeito, os principais meios são os plantios de maciços arbóreos e arbustivos, e de árvores e arbustos isolados. Presenças notáveis nesse tipo de trabalho são as palmeiras, com a verticalidade de seus fustes, e as plantas de caráter escultural (Agave, Dracaena, Philodendron).

 

Outras plantas emprestam ao jardim toda a motivação decorrente do seu colorido, textura ou da faculdade de emanar perfumes. É o grupo que abrange as chamadas folhagens (Coleus, Euphorbia, Acalypha), os arbustos de floração chamativa (Calliandra, Erythrina, Callistemon) ou de textura marcante (Nerium, Parknsonia, Pyracantha).

 

Por tudo isso, deixe que um dos profissionais da PROFLORA cuidem do seu projeto de jardinagem. Seja você mais um de nossos clientes. Teremos o maior prazer em servi-lo(a).

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